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Ranking Imobiliário 2025 revela novos polos de crescimento e consolidação de mercados regionais
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Levantamento da ABRAINC, com dados da GeoBrain, aponta avanço da regionalização e ajuste entre oferta e demanda no mercado imobiliário brasileiro*
O mercado imobiliário brasileiro viveu, em 2025, um movimento de consolidação dos grandes centros e de fortalecimento de novos polos regionais. É o que aponta o ranking das 10 cidades com melhor desempenho em vendas e lançamentos, elaborado pela ABRAINC com dados da GeoBrain.
O levantamento mostra um setor mais distribuído pelo território nacional, com crescimento relevante em capitais do Nordeste, no litoral catarinense e no interior paulista.
São Paulo manteve a liderança nacional tanto em vendas quanto em lançamentos. A capital paulista alcançou VGV de R$ 42,6 bilhões em vendas, ampliando a vantagem sobre a segunda colocada e repetindo o forte desempenho registrado em 2024.
Em lançamentos, o VGV chegou a R$ 38 bilhões em 2025, com crescimento de 4% na comparação anual.
O Rio de Janeiro permaneceu na segunda posição do ranking, mas apresentou retração nos indicadores. Em vendas, o VGV somou R$ 6 bilhões, queda de 30% em relação ao ano anterior. Já em lançamentos, o volume foi de R$ 6,1 bilhões, com recuo de 20%.

Destaques em lançamentos
Entre os destaques do levantamento, Fortaleza e Florianópolis chamaram a atenção pelo avanço expressivo no ranking.
A capital cearense subiu cinco posições em vendas e alcançou VGV de R$ 4,9 bilhões em 2025, crescimento de 41% frente a 2024. Já Florianópolis avançou sete posições, com VGV de R$ 4,6 bilhões em vendas — alta de 91% no ano, impulsionada principalmente por empreendimentos de médio e alto padrão.

Leitura de mercado
A análise confirma um mercado imobiliário cada vez mais regionalizado, com novos polos de crescimento e maior diversidade de perfis de produto e demanda.
O avanço de capitais do Nordeste, o bom momento do litoral catarinense e o protagonismo do interior paulista reforçam a importância de uma leitura territorial mais precisa por parte de incorporadores e investidores, especialmente em um cenário de maior seletividade do consumidor e de crédito ainda restrito.
*O período analisado compreende janeiro a setembro de 2024 e 2025.
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