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Abrainc produz estudo sobre os impactos da queda dos juros para o setor da incorporação

As taxas de financiamento imobiliário se encontram no menor patamar dos últimos anos, o que deve propiciar um expressivo aumento na oferta de crédito e impulsionar o crescimento do setor

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A queda na taxa Selic para 5% concretizada na reunião do dia 30/10 – com previsão de baixa para 4,50% na próxima reunião do COPOM em dez/19 – traz novas perspectivas ao Brasil, um país que sempre foi marcado por altas taxas de juros. Essa nova realidade parece ser duradoura e acompanha um movimento mundial, dado que alguns países já trabalham com juros reais negativos. Isso representa um importante estímulo à atividade produtiva do país.

A recente aprovação da Reforma da Previdência e a possibilidade de se aprovar novas reformas de cunho fiscal e administrativa são vistos como um grande passo para o Brasil finalmente reduzir o alto volume de gastos do Governo Federal, e dessa forma conseguir controlar a inflação e os juros de longo prazo.

As taxas de financiamento imobiliário se encontram no menor patamar dos últimos anos, o que deve propiciar um expressivo aumento na oferta de crédito e impulsionar o crescimento do setor. A criação de novas modalidades, como o Crédito Imobiliário indexado ao IPCA, disponibilizado pela Caixa em setembro de 2019, e o lançamento do financiamento com taxa pré-fixada previsto para 2020, podem ser vistos como importantes marcos de inovação ao mercado