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ABRAINC manifesta preocupação do setor com ocupações por movimentos sociais

Em anúncio publicado em alguns dos principais jornais brasileiros -“O Globo”, “O Estado de S.Paulo”, “Correio Braziliense” e “Valor Econômico”- a ABRAINC (Associação Brasileira de Incorporadoras Imobiliárias) e outras sete entidades sinalizaram a apreensão do setor imobiliário com as recentes invasões de áreas públicas e privadas no Brasil.

A ABRAINC (Associação Brasileira de Incorporadoras Imobiliárias), como entidade representativa de 21 companhias de capital aberto e/ou atuação nacional, o SECOVI-SP (Sindicato da Habitação), a CBIC (Câmara Brasileira da Indústria da Construção), os SINDUSCONs – Sindicatos da Indústria da Construção Civil nos Estados de São Paulo, Rio de Janeiro e Minas Gerais – e as ADEMIs – Associações das Empresas do Mercado Imobiliário do Rio de Janeiro e Niterói, manifestaram nessa terça-feira (27), por meio de um texto publicado em alguns dos principais jornais brasileiros -“O Globo”, “O Estado de S.Paulo”, “Correio Braziliense” e “Valor Econômico”- a preocupação do setor imobiliário com as ocupações de áreas públicas e privadas.

Conforme explicitado no anúncio conjunto, movimentos que defendem o acesso à moradia realizaram nos últimos três meses, somente em São Paulo, nos últimos três meses, já foram registradas várias ocupações. Essa tendência preocupa o setor devido ao desrespeito às leis, principalmente às vésperas da Copa do Mundo e das eleições presidenciais.

A ABRAINC e demais entidades sabem da dimensão do déficit de habitação no País e colaboram para a melhoria no quadro, por exemplo, por meio do envolvimento com o programa Minha Casa, Minha Vida. O setor reconhece, também, a legitimidade dos movimentos sociais que reivindicam o acesso à moradia. No entanto, estes devem respeitar os parâmetros da lei e garantir a manutenção da ordem pública.

A íntegra do anúncio publicado pode ser acessada, em pdf, aqui.