Tecnologia e Inovação

Empresa planeja construir 10 “cidades inteligentes” no Brasil até 2022

O cenário no país proporciona espaço para isso: levantamento da Associação Brasileira de Incorporadoras Imobiliárias (Abrainc) em parceria com a Fundação Getúlio Vargas (FGV) aponta 7,78 milhões de déficit em unidades habitacionais em 2017. Estamos entre os cinco países com maior déficit habitacional no planeta.

e olho no Brasil como um mercado amplo para a implantação de cidades inteligentes sociais, a empresa ítalo-britânica Planet pretende construir 10 megaprojetos no Brasil até 2022.

O cenário no país proporciona espaço para isso: levantamento da Associação Brasileira de Incorporadoras Imobiliárias (Abrainc) em parceria com a Fundação Getúlio Vargas (FGV) aponta 7,78 milhões de déficit em unidades habitacionais em 2017. Estamos entre os cinco países com maior déficit habitacional no planeta.

Natal/RN: Nova Smart City

A primeira cidade inteligente social do mundo foi inaugurada em janeiro, nas proximidades de Fortaleza (CE), e já conta com moradores.

Recentemente o Grupo Planet iniciou as obras para o segundo local, na cidade de São Gonçalo do Amarante (RN), próximo à Natal. O projeto recebe o nome de Smart City Natal, conta com aportes de R$ 140 milhões e deverá abrigar 15 mil pessoas. Segundo Susanna Marchionni, co-fundadora da empresa, o objetivo é iniciar a construção de mais duas cidades inteligentes ainda em 2019.

A empresa projeta “um novo jeito de viver”: conectado, sustentável e colaborativo, com mais qualidade de vida aos seus moradores.

Planejados de forma inteligente, os lotes da Smart City Natal variam de 200 a 755 metros quadrados. Ao todo, são 1074 lotes, divididos em 934 lotes residenciais e 140 lotes comerciais.

A Smart City Natal é uma parceria com a Habitax, empresa de urbanismo presente nos estados do Rio Grande do Norte, Paraíba e Pernambuco.

 

 

“Minha Casa, Minha Vida”: sustentabilidade acessível

Com planejamento cuidadoso, estratégias para sustentabilidade e tecnologia avançada, os projetos da empresa ítalo-britânica têm como um dos principais alvos o segmento da população no perfil do “Minha Casa, Minha Vida”. É o oposto das construções similares já realizadas no Brasil, que miram os mais ricos.

 

Fonte: PortalN10